6/17/2011

Quarenta e seis anos de namoro

Hoje é o nosso dia dos namorados. Por isso montei um clip de flash-back da nossa história comum mais antiga e mais recente. Conhecemo-nos em 17 de Junho de 1965 e jamais nos separámos. Amamo-nos como no primeiro dia, acumulando a paixão da juventude com a sobriedade do amadurecimento. Os nossos segredos são a tolerância, a compreensão, a camaradagem, a cumplicidade e o amor sem limites. Esse é o grande legado que deixamos à nossa descendência.

Como música de fundo, “Miss Budd”, composto em 1965 quando iniciámos o namoro, e “Baby”, composto nos anos 80 em Lisboa. Ambos são dedicados à Heather.

(Uma grande história de amor)

6/05/2011

Novo Blog–Vinyl Parade–Uma exposição de discos para vender pela melhor oferta

 

Montei um novo blog para vender uma parte substancial dos meus muitos milhares de discos de vinil acumulados ao longo de mais de 60 anos. A todos quanto estejam interessados, o endereço de Vinyl Parade é: http://vinylparade.blogspot.com/.

Divulguem entre os colecionadores!

5/16/2011

Um fim-de-semana familiar em Campinas

Ontem, dia 15 de Maio, foi dia de juntar toda a gente em Campinas para um múltipla celebração: aniversários da Heather e da Rebecca, dia das mães e Páscoa, porque não pudemos estar juntos nessas datas. A Rebecca trouxe o seu namorado de há muitos anos, o Felipe, e a Sophia trouxe o namorado de há 2 meses, o Renan. Ficaram algumas fotos para recordar:

5/06/2011

A beleza do preto-e-branco

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Temos nesta foto a Sophia, a Ana Carla e a Rebecca a preto-e-branco. Acho uma belíssima fotografia. E vocês. o que acham? Deixem os vossos comentários, não sejam preguiçosos!

2/18/2011

A Hundred Pounds of Clay

É uma composição de Bob Elgin, Luther Dixon e Kay Roger. A primeira interpretação que conheci foi pelo Gene McDaniels em 1961. Fez parte de um EP do artista, em que também constam “Tower of Strength” e “The Secret”. Fiquei deslumbrado. Tanto não poderei dizer da versão seguinte que apareceu em Portugal, na voz de Johnny Hallyday, com o título de “Avec une Poignée de Terre”.

 

Coloquei esta música no meu repertório desde o primeiro dia qua a conheci. Esta é uma interpretação que gravei em 1986, 2 anos antes de me retirar para o Brasil, na biblioteca do meu apartamento de Alfragide, acompanhado com um violão de 12 cordas.

 

Ainda me restava algum cabelo nesta ocasião…

1/01/2011

Sophia: a minha continuadora?

A minha neta Sophia (15) está já numa fase bem adiantada do aprendizado do violão e revela grande habilidade e propensão musical. Aguardemos o seu desabrochar nesta área.

 

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12/20/2010

Boas Festas!

Xmas 2010

Relembrando a comissão na Guiné Portuguesa

 

Aqui deixamos a nossa homenagem a todos os que lá estiveram conosco e voltaram, uns vivos, outros mortos, outros semi-vivos, outros semi-mortos.

12/13/2010

A visita de Ciete e Fernando Varela

Os nossos amigos Ciete e Fernando já estiveram conosco em Campinas quatro vezes. Desta última visita, em Dezembro de 2010, ficaram as 32 fotos do álbum abaixo.

 

Álbum de fotos do mês de Novembro

11/24/2010

Discografia

Com  o lançamento, hoje, de mais un duplo CD que inclui uma música minha, fica assim organizada a minha modesta discografia:

1961 – Zeca do Rock e o Conjunto de Manuel Viegas – EP Alvorada MEP 60425

(Menina, Sansão foi Enganado, Nazaré Rock, Dezassete)

1963 – Pão Amor e Totobola (trilha sonora) – EP Parlophone LMEP 1.155

(Twist para Dois)

1997 – Biografia do POP/Rock – Duplo CD Movieplay MOV 30.367-A/B

(Sansão foi Enganado)

2007 – 50 anos de Música Vol. 04 – Os Reis do Ritmo / Anos 50/60 – CD EMI 00946 3 91413 2 6

(Twist para Dois)

2010 – Óculos de Sol – Sucessos do Verão de 60 e 70 – Duplo CD iPlay/VC IPV 1708 2

(Twist para Dois)

2010 – Caloiros da Canção – Duplo CD iPlay/VC IPV 1710 2

(Twist para Dois)

Como pode ser verificado, o tema “Twist para Dois”, da trilha sonora do filme “Pão, Amor e Totobola”, já foi reeditado 3 vezes em CD e o tema “Sansão foi Enganado” foi reeditado uma vez. Isto por causa da guerra das editoras e da falta de cooperação umas com as outras quando são organizadas compilações. Por isso, os temas que – até agora – ficaram de fora, são, na realidade, os que mais sucesso fizeram nos anos 60, o que não deixa de ser bizarro. Só gostaria de salientar que, em países “subdesenvolvidos'’ como o Reino Unido e os Estados Unidos da América, este fenómeno não se verifica e a cooperação impera. Porque será?!…

11/16/2010

Ana Carla faz 42 anos – Churrasco

Desde o século passado que não fazíamos um churrasco a sério aqui em casa. Aproveitámos agora o aniversário da Ana Carla para quebrar o enguiço. Com a presença de amigos e colegas de trabalho dela, o churrasco ocorreu no domingo. dia 14 de Novembro, já que a data verdadeira do nascimento (11/11 – dia de São Martinho) caiu numa 5ª feira.

Aqui fica um breve apontamento em vídeo do acontecimento:

O Churrasco da Ana Carla.

8/20/2010

Férias de Julho 2010 - USA

Pssámos a segunda quinzena na  Virgínia. Visitámos a nossa filha Shandy e conhecemos alguns dos seus amigos. Revimos a Lisette e o Bobby, que cresceu muito e já tem carro. Visitámos locais novos, como Gettysburg e Occoquan, e também comemos muito bem.

Fotos do período:

Férias de Julho 2010 - UK

Passámos as primeiras duas semanas do mês de Julho de férias em Inglaterra (Eastbourne, Sussex). Boa confraternização com a família ali residente. O Ron e a Angela, que celebraram o 66º aniversário de casamento na ocasião, estão bem jovens nas suas 85 primaveras. O Andrew e a Sandra, continuam em forma. O Daniel, na flor da vida, apresentou a sua namorada Stephanie. A Noemi está algo menos bem, mas vai levando a sua mó ao moinho.

Vejam algumas fotografias.

7/16/2010

A fantástica culinária Britânica

Pois é, queridos amigos, foram umas férias magníficas passadas na velha Albion. Durante as duas semanas que duraram, tivemos a gostosa oportunidade de nos deliciarmos com a saborosíssima e variada culinária local. Podem acreditar todos aqueles que ao longo de muitas décadas me têm afirmado que no Reino Unido se come mal. Só pode ser por desconhecimento. Come-se muito bem mesmo!

Deixarei as imagens de pessoas e lugares para mais tarde, após ter processado todo o material recolhido. Mas, para já, somente queria deixar expresso o nosso obrigado ao país pela sua excelente comida. Em 15 dias de almoços e jantares, comendo sempre especialidades diferentes, foi um autêntico festival gourmet. Quantos quilos a mais isso vai representar na balança não interessa de imediato. Oportuna dieta derrubará o excesso…

Até breve!

6/10/2010

Notícias da Shandy

Fotografia acabada de chegar dos EUA, da Shandy e Lisette. Estaremos com elas em Julho nos States!

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6/07/2010

Um filmezinho para dar uma ideia

Em complemento ao post anterior (Aniversários), vejam um filmezinho que dá uma ideia geral do ambiente que nos rodeia.

Aniversários

Da Rebecca, no dia 11 de Maio, que fez 18. Da Sophia, no dia 5 de Junho, que fez 15.

Na foto, a Rebecca e o namorado de há muitos anos, Felipe.

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Na outra foto, 3 gerações de Dores.

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5/23/2010

A Coque esteve no Brasil

A nossa amiga Coque esteve alguns dias no Brasil e nós passámos alguns momentos com ela este fim de semana, em casa do Guca-Carla-Camila em São Sebastião. Que maravilha, ao fim de tantos anos!…

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5/21/2010

Origem de alguns ditados e expressões populares

Recebi este texto por e-mail e achei interessante divulgá-lo. Todavia, não confirmei a autenticidade do que nele se afirma. Na maioria dos casos, parece bastante verosímil. Aqui vai:

JURO DE PÉS JUNTOS:
A expressão surgiu através das torturas executadas pela Santa Inquisição, as quais o acusado de heresias tinha as mãos e os pés amarrados (juntos) e era torturado para dizer a verdade (?). Até hoje o termo é usado para expressar a veracidade de algo que uma pessoa diz.

MOTORISTA BARBEIRO:
No século XIX, os barbeiros faziam não somente os serviços de corte de cabelo e barba, mas também tiravam dentes, cortavam calos, etc, e por não serem profissionais, seus serviços mal feitos geravam marcas. A partir daí, desde o século XV, todo serviço mal feito era atribuído ao barbeiro, pela expressão "coisa de barbeiro". Esse termo veio de Portugal, contudo a associação de "motorista barbeiro", ou seja, um mau motorista, é tipicamente brasileira.

TIRAR O CAVALO DA CHUVA:
(Pode ir tirando seu cavalinho da chuva porque não vou deixar você sair hoje! )

No século XIX, quando uma visita iria ser breve, a pessoa deixava o cavalo ao relento em frente à casa do anfitrião mas, se fosse demorar, colocava o cavalo nos fundos da casa, em um lugar protegido da chuva e do sol.
Contudo, o convidado só poderia pôr o animal protegido da chuva se o anfitrião percebesse que a visita estava boa e dissesse: "pode tirar o cavalo da chuva". Depois disso, a expressão passou a significar a desistência de alguma coisa.

À BEÇA:
O mesmo que abundantemente, com fartura, de maneira copiosa. A origem do dito é atribuída às qualidades de argumentador do jurista alagoano Gumercindo Bessa, advogado dos acreanos que não queriam que o Território do Acre fosse incorporado ao Estado do Amazonas.

DAR COM OS BURROS NA ÁGUA:
A expressão surgiu no período do Brasil colonial, onde tropeiros que escoavam a produção de ouro, cacau e café, precisavam ir da região Sul à Sudeste sobre burros e mulas. O fato era que muitas vezes esses burros, devido à falta de estradas adequadas, passavam por caminhos muito difíceis e regiões alagadas, onde os burros morriam afogados. Daí em diante o termo passou a ser usado para se referir a alguém que faz um Grande esforço para conseguir algum feito e não consegue ter sucesso.

GUARDAR A SETE CHAVES:
No século XIII, os reis de Portugal adotavam um sistema de arquivamento de jóias e documentos importantes da corte através de um baú que possuía quatro fechaduras, sendo que cada chave era distribuída a um diferente alto funcionário do reino. Portanto, eram apenas quatro chaves. O número sete passou a ser utilizado devido ao valor místico atribuído a ele, desde a época das religiões primitivas. Por isso, começou-se a utilizar o termo "guardar a sete chaves" para designar algo muito bem guardado.

OK:
A expressão inglesa "OK" (okay), que é mundialmente conhecida para significar algo que está tudo bem, teve sua origem na Guerra da Secessão, nos EUA. Durante a guerra, quando os soldados voltavam para as bases sem nenhuma morte entre a tropa, escreviam numa placa "0 Killed" (nenhum morto), expressando sua Grande satisfação, daí surgiu o termo "OK".

ONDE JUDAS PERDEU AS BOTAS:
Existe uma história não comprovada, de que após trair Jesus, Judas enforcou-se em uma árvore sem nada nos pés, já que havia posto o dinheiro que ganhou por entregar Jesus dentro de suas botas. Quando os soldados viram que Judas estava sem as botas, saíram em busca delas e do dinheiro da traição. Nunca ninguém ficou sabendo se acharam as botas de Judas. A partir daí surgiu à expressão, usada para designar um lugar distante, desconhecido e inacessível.

PENSANDO NA MORTE DA BEZERRA:
A história mais aceitável para explicar a origem do termo é proveniente das tradições hebraicas, onde os bezerros eram sacrificados para Deus como forma de redenção de pecados. Um filho do rei Absalão tinha grande apego a uma bezerra que foi sacrificada. Assim, após o animal morrer, ele ficou se lamentando e pensando na morte da bezerra. Após alguns meses o garoto morreu.

PARA INGLÊS VER:
A expressão surgiu por Volta de 1830, quando a Inglaterra exigiu que o Brasil aprovasse leis que impedissem o tráfico de escravos. No entanto, todos sabiam que essas leis não seriam cumpridas, assim, essas leis eram criadas apenas "para inglês ver". Daí surgiu o termo.

RASGAR SEDA:
A expressão que é utilizada quando alguém elogia grandemente outra pessoa, surgiu através da peça de teatro do teatrólogo Luís Carlos Martins Pena. Na peça, um vendedor de tecidos usa o pretexto de sua profissão para cortejar uma moça e começa a elogiar exageradamente a sua beleza, até que a moça percebe a intenção do rapaz e diz: "Não rasgue a seda, que se esfiapa".

O PIOR CEGO É O QUE NÃO QUER VER:
Em 1647, em Nîmes, na França, na universidade local, o doutor Vicent de Paul D`Argent fez o primeiro transplante de córnea em um aldeão de nome Angel. Foi um sucesso da medicina da época, menos para Angel, que assim que passou a enxergar ficou horrorizado com o mundo que via. Disse que o mundo que ele imaginava era muito melhor. Pediu ao cirurgião que arrancasse os seus olhos. O caso foi acabar no tribunal de Paris e no Vaticano. Angel ganhou a causa e entrou para a história como o cego que não quis ver.

ANDA À TOA:
Toa é a corda com que uma embarcação reboca outra. Um navio que está à toa é o que não tem leme nem rumo, indo para onde o navio que o reboca determinar.

QUEM NÃO TEM CÃO CAÇA COM GATO:
Na verdade, a expressão, com o passar dos anos, se adulterou. Inicialmente se dizia “quem não tem cão, caça como gato”, ou seja, se esgueirando, astutamente, traiçoeiramente, como fazem os gatos.

DA PÁ VIRADA:
A origem deste ditado é em relação a um instrumento, a pá. Quando a pá está virada para baixo, voltada pro solo, está inútil, abandonada decorrentemente pelo Homem vagabundo, irresponsável, parasita.

NHENHENHÉM:
Nheë, em tupi, quer dizer falar. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, os indígenas não entendiam aquela falação estranha e diziam que os portugueses ficavam a dizer "nhen-nhen-nhen".

VAI TOMAR BANHO:
Em "Casa Grande & Senzala", Gilberto Freyre analisa os hábitos de higiene dos índios versus os do colonizador português. Depois das Cruzadas, como corolário dos contatos comerciais, o europeu se contagiou de sífilis e de outras doenças sexualmente transmissíveis e desenvolveu medo ao banho e horror à nudez, o que muito agradava à Igreja. Ora, o índio não conhecia a sífilis e se lavava da cabeça aos pés nos banhos de rio, além de usar folhas de árvore para limpar os bebês e lavar no rio as redes nas quais dormiam. O cheiro exalado pelo corpo dos portugueses, abafados em roupas que não eram trocadas com freqüência e raramente lavadas, aliado à falta de banho, causava repugnância aos índios . Então os índios, quando estavam fartos de receber ordens dos portugueses, mandavam que fossem "tomar  banho".

A DAR COM O PAU:
O substantivo "pau" figura em várias expressões brasileiras. Esta expressão teve origem nos navios negreiros. Os negros capturados preferiam morrer durante a travessia e, para isso, deixavam de comer. Então, criou-se o "pau de comer" que era atravessado na boca dos escravos e os marinheiros jogavam sopa e angu no estômago dos infelizes, a dar com o pau. O povo incorporou a expressão.

ELES QUE SÃO BRANCOS QUE SE ENTENDAM:
Esta foi das primeiras punições impostas aos racistas, ainda no século XVIII. Um mulato, capitão de regimento, teve uma discussão com um de seus comandados e queixou-se a seu superior, um oficial português. O capitão reivindicava a punição do soldado que o desrespeitara . Como resposta, ouviu do português a seguinte frase: "Vocês que são pardos, que se entendam". O oficial ficou indignado e recorreu à instância superior, na pessoa de dom Luís de Vasconcelos (1742-1807), 12° vice-rei do Brasil. Ao tomar conhecimento dos fatos, dom Luís mandou prender o oficial português que estranhou a atitude do vice-rei. Mas, dom Luís se explicou: Nós, que somos brancos, cá nos entendemos.